
O setor de sorvetes no Brasil fatura mais de R$ 15 bilhões por ano e projeta crescer mais de 16% em 2026.
Sim, abrir uma sorveteria pode valer a pena, desde que o negócio venda o ano inteiro, e não só no verão. É isso que separa uma loja que lucra de uma que fecha em junho.
O setor de sorvetes no Brasil fatura mais de R$ 15 bilhões por ano e projeta crescer mais de 16% em 2026. O açaí, que divide balcão com o sorvete na maioria das lojas, cresce em ritmo ainda mais rápido.
Neste artigo, você vai ver de onde vem o lucro de uma sorveteria, por que a variedade de produtos é a principal proteção contra a sazonalidade e o que muda quando você abre sozinho ou como lojista de uma marca como a New Big Sorvetes & Açaí, rede do Paraná com mais de 15 lojas em operação.
O mercado de sorvete e açaí no Brasil em números
O sorvete deixou de ser um produto só de verão e virou consumo do dia a dia. Os números das associações do setor mostram um mercado grande, pulverizado e ainda em expansão.
O dado mais importante para quem quer empreender: 92% das empresas do setor são pequenas. Ou seja, o mercado não é dominado só por gigantes — há espaço real para lojas de bairro e redes regionais.
E ainda há muito espaço para crescer. A Abrasorvete compara o consumo brasileiro com o da Nova Zelândia, de 26 litros por pessoa ao ano, e tem como meta aumentar o consumo nacional em 50% até 2033.
Sorveteria dá lucro? De onde vem o dinheiro
Sorveteria dá lucro quando três números estão equilibrados: ticket médio, margem por produto e custo fixo. Nenhum deles sozinho garante resultado.
Ticket médio:
quanto cada cliente gasta por visita. Self-service por quilo, adicionais no açaí e combos aumentam esse valor sem precisar de mais clientes. Como referência, uma das maiores redes do segmento informou ticket médio de R$ 18 em 2023 (
).
Margem por produto:
sorvete e açaí têm custo de matéria-prima baixo em relação ao preço de venda. A margem cai quando o lojista compra mal, desperdiça ou não controla o porcionamento.
Custo fixo:
aluguel, energia dos freezers e equipe. É aqui que muita sorveteria quebra no inverno: a conta chega igual, mas o movimento cai.
Giro de estoque:
produto parado no freezer é dinheiro parado. Um fornecedor com reposição frequente reduz o capital empatado.
Na prática, a sorveteria lucrativa é a que vende bem no verão e não perde dinheiro no inverno. E a principal ferramenta para isso é o mix de produtos. Variedade de produtos: a maior vantagem de uma sorveteria
Quanto mais ocasiões de consumo a loja atende, mais estável é o faturamento. Uma sorveteria que vende só casquinha depende do sol; uma que vende sorvete, açaí e picolé atende a família, o lanche da tarde e quem busca algo mais leve.
O açaí é o melhor exemplo. Segundo a Embrapa, o consumo interno da fruta cresce cerca de 15% ao ano (O Hoje). Ele tem apelo de alimento, não só de sobremesa, e por isso vende melhor nos meses frios.
Na New Big Sorvetes & Açaí, o mix do lojista inclui:
Sorvetes de massa
em 70 sabores, com lançamentos ao longo do ano.
Açaí
com adicionais, que elevam o ticket médio.
Picolés
para venda rápida e consumo na rua.
Linha zero / funcional
Para o público que busca opções com menos açúcar.
Variedade também gera recompra: o cliente volta para provar o sabor novo. Lançamentos sazonais viram assunto nas redes sociais e trazem movimento sem custo de mídia.
E o inverno? Como lidar com a sazonalidade
A sazonalidade existe, mas é administrável. No verão 2024/2025, as vendas de sorvete chegaram a subir até 50% em alguns períodos, segundo a ABIS (Forbes Brasil). O desafio é segurar o caixa no restante do ano.
O que as lojas que vendem o ano todo costumam fazer:
Puxar o açaí nos meses frios
, posicionado como refeição ou lanche, não só sobremesa.
Criar ocasiões de consumo
: datas comemorativas, sabores de inverno, combos para a família.
Vender para levar
: potes e caixas para consumo em casa compensam a queda no balcão.
Usar o delivery
para atender quem não sai de casa no frio.
Fazer reserva de caixa no verão
para cobrir o custo fixo do inverno.
No Sul, onde o inverno é mais rigoroso, esse planejamento faz ainda mais diferença. É uma realidade que a New Big conhece por operar no Paraná desde [INSERIR: ano de fundação].
Abrir do zero ou ser lojista New Big?
Abrir uma sorveteria do zero dá liberdade total, mas o empreendedor precisa resolver sozinho fornecedor, cardápio, marca e marketing. No licenciamento da New Big, o lojista opera uma loja com marca, produto e suporte já estruturados.
A New Big está expandindo para o interior do Paraná em 2026, com meta de 10 a 20 novas lojas. Quem entra agora escolhe território antes da concorrência.
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